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Felipe Felisbino tem 37 anos e é
coordenador do curso de Letras da
Unisul. Casado com Andréa e pai de
Gabriel, Lucas e Beatriz, filiou-se ao
DEM, então chamado PFL, em 1991.
Foi candidato a vereador em 2004,
conquistando a segunda votação da
sigla, com 832 votos - dez a menos
que Duarte. Nomeado secretário de
Cultura, Esporte e Turismo no governo
Stüpp, deixou o DEM na semana passada, depois de o partido anunciar
apoio ao PMDB..
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FELIPE FELISBINO
SECRETÁRIO DE CULTURA E ESPORTE
Sábado, 28/ Domingo,
29/6/2008 |
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a
“Como eu poderia
estar abraçado com
essa gente que pediu minha cabeça?”
Diário do Sul - A saída de um grupo liderado pelo sr.
acabou com o racha dentro do DEM?
Felipe Felisbino – Nós saímos levantando a
bandeira do descontentamento com os encaminhamentos dados pelo partido e
pela condução da atual direção. E acreditamos que ainda mantém-se o
racha entre duas alas que ficaram dentro do partido. Ainda há muitos
insatisfeitos que ficaram no partido e estão se manifestando
constantemente quanto a isso.
Diário do Sul – Nem todos no partido vão apoiar a
candidatura de Genésio Goulart (PMDB)?
Felipe – Não, haverá grupos de resistência.
Diário do Sul - O sr. chegou a consultar o secretário
de Estado e ex-senador Geraldo Althoff quanto à sua saída do DEM?
Felipe – Eu só comuniquei ao Geraldo, uma pessoa que eu respeito
muito pela história que nós tivemos no PFL e no DEM. É um espelho de boa
conduta na vida pública e na política catarinense. Eu o avisei e nessa
oportunidade o agradeci por todas as ações incumbidas ao meu nome em
nome do partido, que eu desempenhei em nome do PFL e do DEM.
Diário do Sul – Ele apoiou a sua decisão ou tentou
demovê-lo da idéia de deixar o partido?
Felipe – Ele não apoiou e nem tentou me demover. Ele aceitou e, como
diz ele, vamos virar a página e seguir adiante.
Diário do Sul - Que tipo de atitude da direção do DEM
anterior ao episódio da coligação com o PMDB o fez pensar em deixar o
partido?
Felipe – A criação de alas e a falta de oportunidades de envolver-se
nas ações do diretório municipal. Nós éramos membros integrantes da
executiva e constituintes do diretório e éramos convocados para as
reuniões para cumprir tabela. Lá estava o assunto colocado e deliberado,
não havia envolvimento. Em algumas delas, eu me vi como o único presente
do grupo dos 21 integrantes da chapa que ficou em segundo lugar na
eleição interna, junto com os demais que foram indicados pela chapa
vitoriosa. E não larguei o bastão. Estive sempre junto, participando.
Quando não podia estar presente, justificava a ausência com o
secretário, com o presidente e com o vice-presidente. E mesmo assim não
conseguimos quebrar esse gelo e ultrapassar a barreira da divisão do
diretório. Nós éramos esquecidos, colocados à margem das decisões, e
isso estava incomodando muito. E como existe a máxima que diz que os
incomodados devem se retirar, eu me retirei.
Diário do Sul – Como o sr. acha que um grupo de
pessoas recém-chegadas ao DEM, tratadas como "filiadas desde ontem" por
alguns descontentes, conseguiu derrotar uma chapa composta por membros
históricos do partido, como o sr. e Geraldo Althoff?
Felipe – Eles chegaram no PFL e trouxeram um número de filiações
considerável e ganharam a eleição por 23 votos. Portanto, nem aqueles
muitos novos filiados que eles trouxeram em 2007 compareceram em massa
para votar neles. O nosso grupo era composto por oito ou nove pessoas
que se reunia para as articulações e conseguiu quase 400 votos. Eles não
conseguiram envolver os veteranos e nem mesmo quem eles trouxeram, quase
perdendo a eleição, mesmo tendo trazido muita gente do PDT e do PP com
eles, como César Damiani, Ângelo Zabot, Gelson Bento e as pessoas que
vêm com eles. Além disso, contavam também com algumas figuras mais
antigas, como o atual presidente Dalton Marcon.
Diário do Sul – O sr. tem algum encaminhamento para
uma nova filiação partidária?
Felipe – Nós fomos procurados por PDT, PSDB, PP e PPS. Eu e o grupo
que deixou o partido temos nos reunido e avaliado constantemente as
possibilidades para definirmos o que vamos fazer, mas não temos uma
posição definida sobre a qual partido nos filiaremos.
Diário do Sul – Além do quadro municipal, vocês
pretendem analisar as conjunturas estadual e nacional?
Felipe – Num primeiro momento, vamos priorizar as ideologias das
siglas, as que melhor se relacionarem com a nossa ação, com a nossa
postura e com a nossa atuação na cidade e no Estado. Vamos buscar
afinidade com a ideologia partidária.
Diário do Sul - O sr. ainda projeta ser candidato a
vereador no futuro?
Felipe – Eu estarei me filiando a uma nova sigla futuramente porque
tenho essa pretensão de continuar na vida pública, atuando de maneira
que possa contribuir e estar como agente transformador de realidades
sociais diretamente ligadas às comunidades de Tubarão e região.
Futuramente, com certeza estarei participando de novos pleitos.
“O DEM não elegeu nenhum vereador e mesmo
assim o governo Stüpp lhe estendeu a mão.
Ir com o PMDB foi uma traição”.
Diário do Sul - O sr. acha que houve
ingratidão por parte do DEM, que está apoiando a candidatura
oposicionista, com o prefeito Stüpp?
Felipe – A razão número um do nosso desligamento do Democratas foi
exatamente esta. O DEM na última eleição não conquistou legenda para
galgar nenhuma cadeira no legislativo municipal, e mesmo assim a
administração de Carlos Stüpp e Ângelo Zabot estendeu a mão ao DEM para
que o partido conseguisse manter o fôlego. E fez isso dando espaço na
administração: uma secretaria, assessor especial, diretorias, chefias de
setores. E o partido manteve-se nos últimos três anos com esta abertura
no governo Carlos Stüpp e Ângelo Zabot. O DEM teve inúmeras
oportunidades de desembarcar da administração municipal, por que não o
fez antes? Por que não saiu no ano passado ou no início desse ano?
Deixou para fazer o desembarque às vésperas das novas coligações. É uma
traição com uma pessoa que apostou e com uma administração que abriu
possibilidades ao DEM e, na hora H, é deixada no altar, de lado, à
margem das decisões.
Diário do Sul – A filiação do vereador Jairo Cascaes,
que deixou o PDT, também teve influência e articulação do prefeito?
Felipe – Eu não posso falar sobre o envolvimento da administração na
troca de partido do Jairo Cascaes, até porque o PDT também é um aliado
da atual administração. Não sei se houve essa interferência do prefeito
sobre PDT e DEM. Mas esse assunto, dentro do DEM, foi amplamente
debatido à época: a migração de alguns membros do PDT para o então PFL,
que passaria a ter uma cadeira no legislativo, e a confirmação do César
Damiani como presidente do diretório. Tudo isso foi amplamente debatido
e cumprido. O Jairo, inclusive, veio para o partido para ser candidato
na majoritária em 2008. Havia esse compromisso: o César seria presidente
e o Jairo, candidato na majoritária. Na eleição de 2006, para o governo,
deputado federal e deputado estadual, surgiram desavenças no diretório,
que hoje tem essa efetivação de várias alas dentro do partido, que virou
uma torre de babel em que ninguém mais se entende. O Jairo não é o
candidato na majoritária, o Felipe está fora, vários outros companheiros
não estão participando do processo e o DEM está ficando cada vez mais
enfraquecido.
Diário do Sul – Vários partidos da base
aliada, como PDT, PP e o próprio DEM, reclamaram, em diferentes
momentos, que o governo não lhes dava o espaço devido na administração
municipal. O sr. concorda com isso, que nem todos os partidos foram
valorizados?
Felipe – Minha posição já ficou clara: o DEM recebeu a sua cota além
da expectativa, por não ter eleito nenhum vereador. Havia um acerto de
que, de acordo com a representação no legislativo, o partido estaria
representado no executivo. E nós não tínhamos representação no
legislativo e ganhamos no executivo. O prefeito fez uma reforma e um
enxugamento da máquina e teve que cortar na própria carne. Ele diminuiu
cargos de todos os partidos aliados e o DEM também sofreu com esse
enxugamento, assim como PP, PDT e o próprio PSDB.
Diário do Sul - O vereador Jairo Cascaes
disse não concordar com a sua atitude de deixar o DEM porque o sr. foi
secretário municipal por indicação do partido e, agora, teria lhe virado
as costas. Como o sr. avalia essa declaração?
Felipe – Eu vejo diferente. Eu fui indicado pelo partido por ter
participado do pleito na proporcional como candidato a vereador e ter
tido uma votação considerável, mesmo o DEM não tendo conquistado legenda
para efetivar seus candidatos. Acontece que durante o período em que eu
estive à frente da secretaria, o meu próprio partido, através dos seus
novos dirigentes, estava pedindo a minha cabeça ao prefeito Stüpp
diuturnamente depois da eleição de 2006.
Diário do Sul – Quem fazia isso?
Felipe – César Damiani, Dalton Marcon, Léo Goularte e Jairo Cascaes.
Eles iam diuturnamente ao gabinete do prefeito pedir a minha cabeça. O
prefeito bancava meu nome por minhas condições, capacidades técnicas e
pelo resultado dado ao seu governo. O envolvimento que conseguimos fazer
entre as equipes da administração municipal manteve a minha indicação,
mas a perseguição foi de outubro de 2006 a abril de 2007, e o prefeito
Stüpp agüentou no osso do peito. Eu não estou traindo ou virando as
costas ao DEM. Eu estou sendo leal e tendo compromisso e o bom senso de
olhar para trás e ver o que a administração de Carlos Stüpp e Ângelo
Zabot fez em favor do meu nome tecnicamente na secretaria de Cultura,
Esporte e Turismo.
Diário do Sul – Sua saída do DEM é uma
forma de expressar gratidão ao prefeito Stüpp?
Felipe – Claro. Como eu vou abraçar essa gente que queria minha
cabeça na bandeja?
Diário do Sul - O sr. acredita que a saída
da sua candidatura e das dez pessoas que deixaram o partido com o sr.
pode fazer com que o DEM, caso concorra sozinho na proporcional, não
eleja novamente nenhum vereador?
Felipe – Não vamos relacionar a minha candidatura a este contingente
eleitoral. Mas, avaliando a nominata apresentada pelo DEM, eles não
conseguem fazer a legenda para eleger um vereador se saírem com chapa
pura na proporcional. Eu (832 votos) e o Duarte (842) fizemos 1,7 mil
votos juntos em 2004. O Dalton Marcon (482) e o Elemar Nunes (472),
juntos, ficaram na casa de 800, o que dá 2,5 mil votos, fora da legenda.
E o Jairo fez mais de 3 mil. Se ele repetir a votação, o partido chega
perto, já que a legenda deve ser de 5,6 mil votos. Se cada uma dessas
dez pessoas que saiu tiver 40 votos, são 400. E o Stüpp se elegeu em
2000 por uma diferença de menos que isso.
Diário do Sul – O sr. é a favor do aumento do número
de vereadores da cidade de 10 para 17?
Felipe – Eu sou a favor do aumento de cadeiras porque isso vai
aumentar a representatividade de mais comunidades tubaronense dentro da
casa legislativa, em primeiro lugar. Em segundo, porque diminuiu-se o
número de vereadores, mas não diminuiu-se o valor do repasse à câmara.
Nós estaríamos contemplando o repasse com maior representação, ficaria
mais coerente. Mas há um revés nessa nova estruturação para as capitais:
eles diminuirão o valor do repasse, e o grande impasse está aí. Mas para
as cidades de pequeno e médio porte o aumento é plausível.
Diário do Sul - O governo do Estado
construiu diversas arenas multiuso em parcerias com prefeituras. O sr.
acredita que com um novo prefeito essa parceria e a arena podem sair?
Felipe – Mentirosa é a afirmação de que a arena multiuso não saiu
por responsabilidade da prefeitura, que em momento algum esteve
envolvida no processo. A arena multiuso é uma proposta da Unisul, que
teria condições de, inclusive, dar a contrapartida ao governo do Estado
no convênio. O terreno é da universidade e o município estava ali como
coadjuvante e ficou bem claro ao governador, na última reunião no
Palácio da Agronômica, que fez um discurso de que não conseguia plantar
em Tubarão. Naquele dia, lideranças empresariais e políticas de Tubarão
deixaram claro ao governador: não é a prefeitura quem está pedindo, mas
sim a Unisul. E mesmo assim nada aconteceu, tudo continuou sendo
ignorado e a arena multiuso virou conto de fadas, um mito. Era para
2006, ficou para 2008 e agora se fala em 2009. Virou lenda.
Diário do Sul – Mas é inegável que o
governo do Estado e prefeitura não têm falado a mesma língua. A posse de
um novo prefeito pode melhorar a conexão entre os poderes estadual e
municipal?
Felipe – Essa é uma das atribuições e uma das responsabilidades do
dirigente executivo municipal: buscar entendimento, parceria e aporte de
recursos para a cidade. Como deu exemplo o prefeito Stüpp em todas as
vezes em que tentou buscar aproximação e apresentar projetos de
infra-estrutura, cultura. Houve disponibilidade, mas não houve
reciprocidade do governo do Estado. Ao novo dirigente da cidade, cabe
essa responsabilidade de tentar essa reaproximação.
Diário do Sul – Há uma discussão entre PMDB
e DEM quanto a uma coligação na proporcional. O PMDB se comprometeu em
fazer esta aliança?
Felipe – Nunca participei de reuniões com o PMDB, mas, nas
tratativas, isso sempre foi sinalizado e ventilado. Essa era uma das
propostas da carta da intenção de coligação expedida pelo DEM. A
necessidade de formar coligação por parte do DEM é evidente. Mas, por
parte dos peemedebistas, eles não vêem com bons olhos. Alguém vai pagar
o preço pela coligação na proporcional. Um candidato do PMDB deixa de se
eleger com essa coligação na proporcional.
Diário do Sul - Antes mesmo de deixar o DEM,
o sr. já tinha resistência a ser candidato a vereador por não querer
contribuir na legenda para eleger opositores internos?
Felipe – De forma alguma eu teria a intenção de não ser candidato
para não incorporar uma legenda. Eu vinha reunindo um grupo que esteve
comigo na última eleição para avaliar os andamentos de atividade pública
nos últimos três anos, onde erramos na última eleição. Procurei alguns
membros da executiva do DEM para buscar orientação e entendimento e fui
bem recebido, e cito o nome do Dirley Nunes, para discutir
encaminhamentos e sugestões. Eu estava pré-candidato, mas essas
revoluções de última hora me tiraram do páreo. Eu me desincompatibilizei
no dia 24 de março, todo mundo o fez em 2 de abril.
“César Damiani, Dalton Marcon, Léo Goularte
e
Jairo Cascaes viviam pedindo ao prefeito
Stüpp a minha cabeça numa bandeja”.
Diário do Sul – A coligação entre PMDB e DEM já
estava definida quando César Damiani assumiu a Secretaria de
Desenvolvimento Regional no lugar de Ademir Matos?
Felipe – Ali começou a desenhar-se a coligação, já havia o
compromisso de envolvimento de ambas as partes.
Diário do Sul – Com essa coligação já encaminhada, o
sr. não cogitou deixar o partido ainda no ano passado para trocar de
sigla dentro do prazo e poder ser candidato já em 2008?
Felipe – Nós tínhamos o discurso dos dirigentes de que não procedia
a informação dada pelo PMDB (de que a coligação já estaria acertada).
Inclusive tínhamos tentativas de reuniões com o pré-candidato do PSDB
Manoel Bertoncini, buscando entendimentos para indicar o vice.
Diário do Sul - Como o sr. avalia o potencial
eleitoral de uma chapa formada por Genésio e Irmoto, dois ex-prefeitos?
Eles podem sofrer com o desgaste?
Felipe – Não vamos menosprezá-los e dizer que eles estão
desgastados. São pessoas com muita popularidade e que já apresentaram
serviços à comunidade e que estão em constante contato com ela, mas eu
vejo que há uma tendência eleitoral pela renovação e de dar oportunidade
ao novo. Bertoncini e Pepê estão com um pouco de vantagem por isso. Essa
eleição será muito disputada, voto a voto.
Diário do Sul – O sr. tem a expectativa de permanecer
no comando da secretaria de Cultura, Esporte e Turismo em caso de
vitória de Manoel Bertoncini?
Felipe – Eu tenho a disponibilidade de estar junto à futura
administração. Mas não conversamos sobre em que posição isso
aconteceria.
Diário do Sul - A secretaria fez muitos projetos
neste último mandato, e alguns estão começando a dar resultado, como a
reforma da antiga rodoviária. Isso poderia favorecer a sua permanência?
Felipe – Quando apresentamos, em janeiro, três projetos (passarela
em frente à Unisul, monumento da fundação de Tubarão e readequação do
centro olímpico do estádio Domingos Gonzalez), já dizíamos que boa parte
destes projetos ficariam para o próximo prefeito administrar a obra. O
futuro secretário terá uma arrancada positiva, com projetos
consistentes. O prefeito lançará em julho o edital da passarela defronte
à universidade.
Diário do Sul - As reformas do estádio Domingos
Gonzalez saem antes do início do Catarinense do ano que vem?
Felipe – A secretaria de Planejamento esteve conosco, buscando o
projeto, e com a diretoria do Atlético Tubarão. Juntos, estamos
trabalhando, em Brasília, o aporte de recursos, e já há algo para
parcialmente realizar o projeto, com a ampliação das arquibancadas e a
colocação da cobertura, para antes do Estadual. Vamos trabalhar o
projeto em partes, de acordo com a disponibilidade de recursos do
Ministério do Esporte.
Diário do Sul – É evidente que a prefeitura não tem
conseguido captação de recursos junto ao governo do Estado. Com o
governo federal a relação tem sido boa?
Felipe – Sim, nós temos projetos aprovados no governo federal. Há
uma certa burocracia para liberação destes recursos, mas eles estão
tramitando. A reforma da antiga rodoviária, criando o Centro Integrado
de Arte Popular, é com recurso federal. O restauro da Casa da Cidade,
que está tramitando, e a reforma do Museu Willy Zumblick também são
frutos de verbas federais. E estamos aguardando a deliberação deste
projeto para a execução das obras.
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