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Os estaduais são
chatos
Já está cansando dizer que os campeonatos estaduais precisam
ser revistos. Acompanhar algumas competições é uma chatice
só e o caso mais emblemático é o do Campeonato Carioca: por
mais que os times grandes demorem a se entrosar e apresentem
deficiências, é impossível esperar que eles vão ter
dificuldades para se classificar. No Rio Grande do Sul é a
mesma coisa e em São Paulo é questão de tempo, já que são 19
rodadas na primeira fase e todo mundo vai ter tempo de se
ajeitar. No quesito emoção, o Catarinense dá um banho e não
é à toa: com um regulamento coerente, apenas dez times e os
grandes patinando, dá mais emoção apostar quem vai às
semifinais aqui.
De primeira
Critiquei na sexta-feira
a inoperância dos sindicatos que representam os atletas
profissionais e agora aplaudo a medida tomada pelo órgão do
Rio Grande do Sul, que buscou a liminar impedindo jogos
antes das 18h.
Hoje defendendo o
Imbituba no Catarinense, o atacante Edson Bugrão esteve
próximo de abandonar a carreira ao fim do ano passado,
depois de disputar a segundona pelo Hercílio Luz. O motivo
foi o convite para seguir a carreira de modelo. O artilheiro
balançou, mas optou seguir batendo sua bola.
O tubaronense Nasareno
Silva é o dono de uma marca que deve ser inédita no país: em
menos de um mês, já passou por três clubes em 2010.
Depois de conquistar a
segundona do Campeonato Baiano do ano passado pelo Bahia de
Feira de Santana, começou a atual temporada no Paysandu, mas
foi demitido ainda na pré-temporada ao perder um amistoso
para o rival Remo. Sequer atuou em jogo oficial.
Logo em seguida foi
contratado pelo Juventus, mas deixou o cargo por vontade
própria e, ainda em janeiro, assumiu o comando do Sergipe.
Na imprensa local, especula-se que o clube esteja negociando
a contratação do atacante Elivélton, de 38 anos,
ex-Palmeiras, Corinthians e autor do gol do título da
Libertadores do Cruzeiro em 1997.
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