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Volta às Aulas
23 e 24/2/2008

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Colégio Brasil: portas abertas ao futuro

 

TUBARÃO -  O Colégio Brasil entrou com o pé direito no ano letivo de 2008, abrindo suas portas aos alunos novos e antigos cheio de novidades. Em seu quinto ano dedicando seus esforços na educação dos jovens da região, o Brasil conquistou a confiança de pais e alunos, solidificando sua marca, num caminho de constante evolução.

O crescimento da instituição acompanha o crescimento de cada aluno, apoiado num quadro de funcionários e professores competentes, comprometidos com o bom desempenho dos estudantes. Assim, a direção da escola se viu diante da necessidade de também ampliar suas instalações, fechando o ano de 2007 com excelentes perspectivas.

Após alguns meses de reformas, as instalações do colégio contam agora com mais três salas de aula, novo auditório e também traz algumas novidades, que agradaram pais e alunos. “Contando com o piso superior, oferecemos maior mobilidade aos alunos dentro da escola e mais possibilidades de melhor estrutura, mais conforto e, conseqüentemente, melhor rendimento em sala de aula”, explica o proprietário Weliton Brasil Ribeiro.

Integração - Este ano a direção priorizou a integração entre pais e escola, assim como expandiu o esquema de segurança de seus alunos. “A chamada foi abolida em sala de aula. A freqüência passou a ser controlada através das digitais dos alunos, na entrada do colégio. Também disponibilizamos de todas as informações de cada estudante no site, para que os pais (responsáveis) tenham acesso à vida escolar de seus filhos. É a escola de braços dados com a tecnologia”, diz Weliton.

 

Bem-estar e tecnologia

 

TUBARÃO - No mundo moderno faz-se necessário iniciar uma nova perspectiva na escola, no sentido de romper com a lineiralidade de aprendizagem, utilizando ferramentas que se tornaram imprescindíveis à Educação.

Nenhuma sociedade está indiferente à entrada das tecnologias da informação e comunicação (TIC) no cotidiano de seus cidadãos. Percebe-se que o volume progressivo de informações gerado por essas tecnologias traz transformações substanciais ao processo de aquisição do conhecimento pelo indivíduo. Pensando nisso, o Colégio Brasil dá a oportunidade para o seu quadro de alunos de encarar qualquer desafio de frente.

Todos eles, de 5ª a 8ª série e do Ensino Médio (supletivo), têm à disposição, também neste ano de 2008, laboratório científico de última geração. Além disso, todos os ambientes estão climatizados, prezando o acesso à informação, o conforto e o bem-estar dos estudantes para que o aprendizado aconteça no melhor ambiente possível.

Concursos - Em março, segundo a direção, também será inaugurada a Central de Concursos, com professores gabaritados para ministrar aulas de disciplinas específicas, abrindo o caminho para um futuro promissor e estável no mercado de trabalho.

 

Aprendendo a interagir

 

TUBARÃO – Eles ainda não saíram das fraldas e já vestem o uniforme. Têm entre 12 e 18 meses de vida e já aprendem a ter disciplina e a conviver com as diferenças na sala de aula. Assim, as crianças que entram no maternal encaram a rotina diária de ir para a escola e crescem em grupo, orientadas por educadoras, prontas para ajudar nas descobertas.

O Colégio São José, atendendo a pedidos, resolveu apostar numa novidade, em Tubarão,  e acaba de inaugurar sua primeira turma de Maternal Baby este ano, abrindo as portas da escola para alunos nessa faixa etária.

De acordo com a coordenadora de Educação Infantil e Ensino Fundamental da instituição, Ângela Ávila de Souza Bittencourt, a iniciativa surgiu depois de constantes solicitações de pais.

“Até o ano passado não recebíamos alunos com menos de dois anos. Mas era preciso abraçar também os pedidos dos pais que não queriam deixar seus filhos com babás (nem sempre de total confiança) nem em creches e precisavam trabalhar”, conta.

Por oferecer ambiente seguro, com o suporte de profissionais bem qualificados, onde outras crianças também estão interagindo, o Maternal Baby caiu como uma luva para esse grupo de pais.

Segurança - Com número limitado de crianças em sala (apenas oito), as crianças contam com duas profissionais (uma para cada grupo de quatro alunos), a sala foi acolchoada nas paredes, recebeu piso especial e espelhos. “O piso protege de eventuais quedas e oferece segurança para os que ainda engatinham. As paredes com espelhos servem de estímulo à percepção. Além disso, também contaremos com o suporte do fraldário e o dormitório, exclusivo para eles”, explica.

Os mais novos alunos da escola irão trabalhar a motricidade, o estímulo tátil, terão música e brincadeiras com os colegas, diariamente, segundo Ângela.

“O mais importante, e que faço questão de frisar, é que com um número limitado de crianças e duas profissionais em sala, os alunos terão atenção integral, num ambiente aconchegante e familiar”, destaca a coordenadora.

Ângela ressalta, ainda, que o Maternal Baby não segue o estilo de creche integral, funcionando apenas das 13h25 às 17h50.

 

Cuidando do que vai no lanche

 

TUBARÃO - Alimentos coloridos, variados e novidades despertam o interesse das crianças e educam o paladar. Para elaborar o cardápio da lancheira do seu filho, escolha alimentos variados, distribuindo bem os nutrientes. Não podem faltar os energéticos _ que fornecem glicose, principal fonte de energia para o bom desempenho físico e o trabalho cerebral.

Estão neste grupo: pães de farinhas integrais (aveia, grãos, centeio, integral, preto, etc), pão sírio, pão francês com gergelim; bolos simples (de laranja, cenoura, maça, fubá, etc); biscoitos doces ou salgados sem recheios; barra de cereais; geléia de frutas; mel.

É imprescindível balancear a fórmula, acrescentando os construtores _ que fornecem proteínas e cálcio, essenciais para o crescimento e o desenvolvimento. Na lancheira, eles podem estar presentes em: queijo branco, ricota, patês de ricota e requeijão light; leite e achocolatados em embalagem longa vida que garantem durabilidade maior; iogurte; leite fermentado.

Não há como esquecer também os reguladores, fornecedores de fibras, vitaminas e minerais que regulam todo o funcionamento orgânico. Nesse caso, o lanche pode conter: frutas frescas da época, inteiras com casca e higienizadas (banana, maça, pêra, tangerina, uvas, morango, goiaba, pêssego, ameixa, nêspera, etc); tomate (fonte de vitamina C); frutas secas (uva passa, damasco, ameixa); sucos de frutas em embalagem longa vida têm maior durabilidade e menor perda de vitaminas.

 

Conservação - Podem ser colocados na lancheira congelados, garantindo assim o resfriamento e a conservação dos demais alimentos, principalmente os laticínios; suco de soja com frutas em embalagem longa vida; água de coco em embalagem longa vida.

É bom lembrar que as frutas com casca garantem a preservação das vitaminas, principalmente a Vitamina C, presente nas frutas cítricas, que é extremamente instável ao oxigênio e à luz. As fibras presentes nas frutas, além de auxiliar no funcionamento intestinal, são também importantes na prevenção das cáries dentárias.

 

Faculdade Senac: caminho certo para o futuro

 

TUBARÃO - Você sabe o que faz o técnico em enfermagem? Esses profissionais trabalham em hospitais, clínicas médicas e postos de saúde para garantir o bem-estar da população. A formação técnica possibilita que eles desenvolvam ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação dos pacientes. A área de atuação é bastante ampla, os técnicos em enfermagem podem trabalhar em domicílios, sindicatos, empresas, associações, escolas e creches, sempre em defesa do ser humano.

Agentes educativos - Eles também desempenham o papel de agentes educativos, prestam informações e tiram dúvidas sobre questões relacionadas à saúde. Se você se interessou pelo assunto, a Faculdade Senac Tubarão está com inscrições abertas para uma turma especial do curso técnico em enfermagem, com 1800 horas-aula, realizadas de segunda a quinta-feira, das 19h às 22 horas. Além da qualidade do laboratório de enfermagem, campo de estágio garantido e da certificação do Senac/SC, a aluno pode escolher o plano de pagamento com mensalidades de R$ 175,00. Mais informações, pelo telefone: (48) 3632-2428.

 

Ampliando as possibilidades dos alunos e criando novos mercados

 

TUBARÃO - Promover vendas está entre as principais atividades do técnico em Marketing e Vendas, curso inédito e exclusivo da Faculdade Senac Tubarão. O profissional da área trabalha com ferramentas que contribuem para o aumento das vendas e destaque de produtos no mercado, em organizações de pequeno, médio ou grande porte, sendo elas públicas ou privadas. O profissional da área é responsável, ainda, pelo monitoramento de ações de marketing institucional, técnicas de vendas e relacionamento com clientes, demanda de vendas, auxílio na formação de preços, análise do mercado e avaliação do comportamento do consumidor. As aulas iniciam dia 26 de março e acontecem as segundas, terças e quartas-feiras, das 19h às 22 horas, totalizando 815 horas-aula. Informações (48) 3632.2428 ou através do site www.sc.senac.br.

Futuro promissor - Iniciou em fevereiro mais uma turma do curso Tecnólogo em Processos Gerenciais, da Faculdade Senac Tubarão. O grupo, formado por 39 alunos, qualifica-se para disputar uma vaga no mercado de trabalho e as chances são muito boas. De acordo com pesquisa realizada pela Associação Nacional de Educação Tecnológica (Anet), 80% dos alunos formados em cursos tecnológicos conseguiram emprego logo após deixar a conclusão do curso.

Faculdade Senac lança novos cursos - Novidades é o que não faltam na Faculdade Senac Tubarão em 2008. De acordo com a diretora Maria Terezinha Martins Machado, a instituição lança novos cursos de acordo com as necessidades do mercado de trabalho. Dois novos cursos técnicos na área da saúde iniciam em breve: Farmácia e Massoterapia. Já para quem atua no segmento comercial, a faculdade oferece o curso técnico em Marketing e Vendas. “Estamos investindo em novos cursos técnicos já que estes profissionais estão entre os mais requisitados pelo mercado de trabalho”, complementa a diretora da Faculdade Senac Tubarão. A instituição conta com aproximadamente 500 alunos em diversos níveis de aprendizado, desde cursos de formação inicial e continuada, técnicos, graduação e pós-graduação.

 

Mochilas: é bom redobrar a atenção com o peso

 

TUBARÃO – Muita tarefa para casa não machuca ninguém. A frase, que certamente já foi dita por boa parte dos pais em relação às obrigações escolares dos filhos, pode estar carregada de erros. A mochila pesada da criança pode estar prejudicando sua saúde. Alguns estudos mostram que 30 a 50% dos adolescentes entre 15 e 16 anos apresentam dores nas costas, que podem ser causadas por diversos fatores – um deles, o uso inadequado da mochila.

Apesar de muitos fatores causarem dores lombares, como o aumento do nível de competição nos esportes, postura inadequada para sentar, e períodos longos de inatividade, é preocupante perceber crianças carregando mochilas com mais de 15% do peso corporal. Existem, no entanto, algumas medidas que podem ajudar a evitar a dor nas costas e outros problemas associados com o uso impróprio da mochila.

Os desvios na coluna, porém – na maioria das vezes – têm solução, segundo o ortopedista Sérgio Valério Escobar. “Existem medidas simples que podem ajudar bastante. Alguns municípios adoram como lei o peso máximo tolerável correspondente a 10% do peso da criança”, diz o médico, que também dá o exemplo das escolas norte-americanas. “Se os colégios adotassem os armários, para que os alunos guardassem o material, já estaríamos livrando crianças e adolescentes do peso nas costas”, sugere.

Outra vantagem dos armários é que as crianças passam a ter um espaço privado dentro da escola. Assim, aprendem a cuidar, a valorizar seus pertences.

A indústria também vem se adaptando ao problema e tomando medidas a fim de deixar os materiais mais leves. Algumas editoras, por exemplo, passaram a fabricar livros com a capa mole, menos pesados. Os fichários, que permitem que o aluno leve para a escola apenas as folhas que precisa em cada dia de aula, também são uma alternativa interessante para diminuir o peso.

Nas grandes cidades, atualmente, poucas crianças realmente caminham longos percursos até chegar à escola. Muitos são levados de carro, outros pegam ônibus ou lotação, ou seja, percorrem um trajeto muito pequeno até chegar à sala de aula. Assim, é preciso prestar atenção em outros fatores relacionados aos problemas de postura.

 

Impacto do peso pode danificar a coluna

 

TUBARÃO -  A coluna é composta de 33 ossos chamados vértebras, e entre as vértebras estão os discos que atuam como amortecedores naturais de impacto.

“Quando uma mochila é pesada, a criança força as costas ou inclina a cabeça e o tronco para frente para compensar o peso. Isso sobrecarrega os músculos do pescoço e da coluna, aumentando o risco de fadiga e lesão. Nesses casos, repreender não adianta. O melhor a fazer é levar a um especialista”, orienta o dr. Sérgio.

Durante a consulta, a criança será avaliada, para que os danos sejam avaliados e o médico possa encaminhar para o tratamento adequado. “Na maioria dos casos, os pacientes apresentam a escoliose (desvio) postural, corrigível com fisioterapia e com a RPG (Reeducação Postural Global)”, explica.

Ele aconselha, já que a mochila é indispensável na vida escolar, que sejam adotadas as que possuem rodinhas, evitando a sobrecarga de peso.

A criança pode também evitar lesões colocando adequadamente sua mochila. Como com qualquer outro tipo de peso, ela deve dobrar os joelhos e colocar a mochila com as duas mãos. Outra maneira de prevenir lesão nas costas é fortalecer os músculos estabilizadores do tronco, incluindo os lombares e abdominais. A natação e a yoga são duas atividades efetivas para esse fortalecimento.

 

Volte às aulas e mergulhe no mundo dos livros

 

TUBARÃO – Os olhos correm as páginas, as mãos mal seguram o mundo colorido no colo. Letras gigantescas, desenhos coloridos e artifícios como almofadinhas, bichinhos em alto-relevo, figuras em três dimensões convidam as crianças ao mundo da leitura.

A infância é o melhor momento para o indivíduo iniciar sua emancipação mediante a liberdade da palavra. É entre os oito e treze anos de idade que as elas revelam maior interesse pela leitura.

Estudiosos e educadores reforçam a idéia de que é importante habituar a criança às palavras. Segundo eles, se conseguirmos fazer com que ela tenha sistematicamente uma experiência positiva com a linguagem, promoveremos o seu desenvolvimento como ser humano.

Inúmeros pesquisadores têm-se empenhado em mostrar aos pais e professores a importância de se incluir o livro no dia-a-dia da criança. Comparada ao cinema, ao rádio e à televisão, a leitura tem vantagens únicas. Em vez de precisar escolher entre uma variedade limitada, posta à sua disposição por cortesia do patrocinador comercial ou entre os filmes disponíveis no momento, o leitor pode escolher entre os melhores escritos do presente e do passado. Lê onde e quando mais lhe convém, no ritmo que mais lhe agrada, podendo retardar ou apressar a leitura; interrompê-la, reler ou parar para refletir, a seu bel-prazer. Lê o que, quando, onde e como bem entender.

Essa flexibilidade garante o interesse continuo pela leitura, tanto em relação à educação quanto ao entretenimento. Na leitura, por meio dos sentidos, a criança é atraída pela curiosidade, pelo formato, pelo manuseio fácil e pelas possibilidades emotivas que o livro pode conter. Esse jogo com o universo escondido no livro pode estimular no pequeno leitor a descoberta e o aprimoramento da linguagem, desenvolvendo sua capacidade de comunicação com o mundo.

 

Alfabetizando - Esses primeiros contatos despertam na criança o desejo de concretizar o ato de ler o texto escrito, facilitando o processo de alfabetização.

Assim, os pais e os professores devem explorar a função educacional do texto literário: ficção e poesia por meio da seleção e análise de livros infantis; do desenvolvimento do lúdico e do domínio da linguagem; do trabalho com projetos de literatura infantil em sala de aula, utilizando as histórias infantis como caminho para o ensino multidisciplinar.

Estratégias para o uso de textos infantis no aprendizado da leitura, interpretação e produção de textos também são exploradas com o intuito final de promover um ensino de qualidade, prazeroso e direcionado à criança. Somente desta forma, transformaremos o Brasil num país de leitores críticos.

 

Santa Fé: o ponto das letras em Tubarão

 

TUBARÃO – Com a experiência de 50 anos no mercado, a Santa Fé _ especializada em livros e artigos para presentes _ resolveu inovar e prestigiar seu público, fechando o ano de 2007 com um presente. Em setembro do ano passado, o empresário Genovêncio Bittencourt abriu espaço maior para a literatura, com conforto, requinte e cuidado especial com cada um dos cerca de 5 mil títulos disponíveis.

A livraria-café Santa Fé já nasceu cheia de charme, com vocação para se tornar o ponto das letras em Tubarão. “Minha intenção é trazer as pessoas que gostam de leitura e sempre estão prontas para uma boa conversa, trocar idéias e lançar novas propostas que aqueçam a vida cultural da cidade”, explica.

O espaço amplo chama ao bom papo. É comum chegar ao local e encontrar amigos tomando o bom café, sentados ao pé do balcão ou em um dos sofás distribuídos pela loja.

Crianças não foram esquecidas e receberam atenção especial. A área mais interna da livraria se transformou em cantinho da leitura infantil, com mesinhas, cadeiras, lápis coloridos e livros ilustrados.

Os pequenos podem manusear, degustar as histórias e se encantar com o mundo das fábulas. “Esse aconchego é importante para que elas tomem gosto pelos livros. É fundamental formar a nova geração lendo”, diz Genovêncio.

Além da área do café e do espaço infantil, a Santa Fé conta com o cyber, onde os clientes podem acessar a internet.

 

Ajudando a vencer o medo na volta às aulas

 

TUBARÃO - As aulas estão começando e para alguns o novo ano terá que ser encarado como um desafio maior do que nos anteriores. Nova sala com professores e, às vezes, até colegas diferentes. Nesse momento, o medo pode ser o maior adversário, acompanhado de dúvidas: “Será que vou me dar bem este ano? Será que vou ter amigos? Será que vou ficar com meus amiguinhos na mesma classe?”.

De acordo com a coordenadora da Educação Infantil e do Ensino Fundamental da Escola Técnica de Comércio de Tubarão (ETCT), o medo é normal quando acontece a mudança. Alguns alunos sentem mais e outros menos. Por isso, a direção da escola buscou alternativa prazerosa para espantar qualquer traço de desconfiança dos alunos novos, partindo para atividade com as crianças, antes do período letivo.

Na semana anterior à volta às aulas, Dinara Vech Rossi, organizou um encontro entre as crianças e os pais, apresentando uma peça onde o tema abordava as diferenças. “Escolhemos a história da abelhinha Anita, que não conseguia fazer o mel como as companheiras da colméia. Um dia, descobrem que o mel produzido por ela era achocolatado, o mais saboroso de todos. Com isso, as crianças percebem que mesmo sendo diferentes, todos têm suas qualidades e merecem respeito”, explica a coordenadora.

Após a encenação, os alunos receberam pães de mel e já partilharam o primeiro lanche juntos.

O “Teste Diagnóstico” da ETCT aproximou Daniela Cascaes da Silva, de 6 anos, dos novos coleguinhas. Assim que entrou na sala, acompanhada da mãe, Sandra, e da irmã Débora (7 anos), a menina não queria sequer levantar os olhos. Ficou por mais de meia hora colada à mãe e insistia em voltar para casa, aos prantos.

Com paciência, Sandra foi deixando a menina à vontade, ajudada pelas professoras e pela irmã _ que foi rompendo barreiras com as outras crianças. “Ela está ansiosa há dias, porque já estava acostumada com a turminha da outra escola. Esse ano a trouxe para perto da irmã, que já estuda aqui desde o ano passado e mostrou ótimo rendimento. Os primeiros dias são difíceis, mas com esses primeiros contatos, tudo fica mais fácil”, aprovou a mãe das meninas.

 

O início da vida escolar

 

TUBARÃO - O teste da semana que antecede as aulas na ETCT é um exemplo de como pais e educadores podem ajudar os pequenos a vencerem o obstáculo da ambientação escolar. Serve também, segundo Dinara, para nivelar a turma, conhecendo as possibilidades de cada um, para que o conhecimento seja repassado da maneira mais correta e eficiente.

Se o primeiro dia de aula já é difícil para as crianças mais crescidas, por conta dos novos professores, novos colegas, novas matérias, na vida de uma criança pequena, que nunca foi à escola, pode ser ainda mais estressante.

A educadora também aconselha os pais a terem uma conversa sincera com a criança. “É importante dizer que ela escolheu o melhor lugar, que terá oportunidade de conhecer coisas diferentes, de fazer novos amiguinhos. Acima de tudo, os pais devem passar entusiasmo e evitar qualquer sentimento de insegurança.”

No caso das crianças que estão no maternal, o melhor a fazer, mesmo depois desses dias de adaptação, é deixar os pais conhecerem a rotina dos filhos. Ficando com eles na sala, os pequenos ganham confiança. Mas isso só é positivo nos primeiros dias. “Não existe tempo certo para sair, mas é recomendável fazer aos poucos, para que eles ganhem seu espaço e se desenvolvam”, recomenda Dinara.

A escola também tem a sua parcela de responsabilidade, segundo ela. A instituição deve receber e deixar a criança à vontade, fazendo do primeiro dia de aula um dia de alegria, mostrando que ali é um lugar agradável, interessante e estimulante.

 



Fucap volta às aulas com sede nova em 2008

 

TUBARÃO - A Fucap _ Faculdade Capivari _ nasceu da inspiração pela transformação prometida na década de noventa para o terceiro milênio, segundo o diretor da instituição, Expedito Michels. Ele ressalta a importância da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) para que o sonho acontecesse, com mais possibilidades do que se imaginava. “A lei ampliou as possibilidades para que o Brasil transformasse objetivos em metas para a educação”, afirma.

O sucesso veio porque, de acordo com Michels, todos que fazem a Fucap têm a consciência de que além de empreender, é preciso qualidade, conhecimento de objetivos, reconhecimento de méritos, dividir e socializar resultados.

Fundada em 21 de novembro de 1999, a faculdade foi autorizada a funcionar em 2001, com a primeira aula no dia 11 de março de 2002. Em 21 de novembro do ano passado, seus fundadores tiveram o sonho completamente solidificado, quando inauguraram a sede própria.

Em seis anos de atividades educacionais, a Fucap implantou com sucesso a educação à distância na região da Amurel, em parceria com a Udesc, Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores de Capivari de Baixo. “Hoje a Fucap oferece nove cursos nesta modalidade de ensino. A dedicação da Fucap, em prol da comunidade, mostra a sua responsabilidade social e sua retribuição, em reconhecimento ao apoio recebido”, destaca o diretor.

Uma faculdade inovadora é a escola que professores e diretores gostariam de ter. Na avaliação do Mec _ Ministério da Educação e Cultura _ numa escala de zero a cinco, o curso de administração conquistou média 4. “Agora, na sede nova, queremos nota máxima”, avisa.

Na Pós-graduação, em nível de especialização, a Fucap é referência com sua metodologia presencial, em seus 28 cursos, porque sabe potencializar a importância do professor com mestrado e doutorado em sala de aula.

O crescimento regional e a necessidade de profissionalizar os jovens da faixa mais atingida pelo desemprego, de 18 a 24 anos, fez a Fucap implantar novos cursos técnicos para atender a comunidade, por solicitação e indicação dos governos municipal, estadual e federal.

No próximo dia 3 de março, os alunos voltam às aulas, com casa nova. “É tudo de bom para os estudantes do ensino presencial. Acreditar no aluno e ver a sala cheia é muito gratificante para os professores e diretores da Fucap”, afirma Expedito.

O diretor aproveita para convidar o público em geral a conhecer a nova sede da Fucap, onde há informações sobre vagas remanescentes, retorno e transferência simplificada para os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Hotelaria.

“A Fucap quer ser a escola de referência no sul de Santa Catarina, e tem como missão desenvolver o potencial realizador de cidadãos e prepará-los  para a vida”, conclui.



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