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Algumas mulheres que fazem a diferença

Neste mosaico de mulheres, uma amostra do que é feito de melhor e com qualidade através das mãos de artistas,

médicas, dentistas, empresárias, diretoras, religiosas e ativistas políticas. Conheça um pouco destas mulheres e

o que elas fazem para tornar seu trabalho e a comunidade um diferencial dentro do campo em que atuam.

Ada De Luca
Ada Faraco De Luca foi a primeira mulher do PMDB a conquistar uma cadeira na Assembléia Legislativa de Santa Catarina. Já no primeiro ano de legislatura assumiu a presidência da Comissão de Direitos e Garantias Fundamentais e de Amparo à Família e à Mulher. Fundou o MDB Mulher em Santa Catarina nos anos 80. Lutou pela anistia dos presos políticos e atuou na mobilização das "Diretas Já". É casada, tem duas filhas e duas netas.

Célia Fernandes
Célia Fernandes tem 53 anos, é casada e mãe de cinco filhos. É funcionária pública estadual há quase 30 anos. Participou da política como secretária de saúde municipal e promoção social na prefeitura de Gravatal durante seis anos. Foi também prefeita de Gravatal, de 1997 a 2000. Hoje é presidente da Associação dos Municipios da Amurel e presidente do PSDB Mulher de Santa Catarina e membro da Executiva do PSDB Mulher nacional.

Eliane Fernandes
Eliane Fernandes iniciou sua carreira profissional há 25 anos, junto com a filial da Alcidino em Tubarão. Mãe de dois filhos, segue os passos do pai, o fundador da empresa. Eliane foi líder empresarial, presidindo inicialmente o Sindilojas (Sindicato do Comércio Varejista de Tubarão) e, em seguida, a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) e a Acit (Associação Empresarial de Tubarão), onde realizou ações relevantes que marcaram suas gestões.

Eva Martins da Silva
Eva Martins da Silva tem 63 anos, é casada há 43 e mãe de cinco filhos. Foi cozinheira e há décadas é umas das mais conhecidas confeiteiras de Tubarão, principalmente fazendo salgadinhos. Chegou a vender salgadinhos quase de graça, só para não perder os clientes. Com toda esta dedicação, hoje em dia cliente é o que não falta. Tem uma pequena fábrica em casa, com equipamentos criados e elaborados pelo próprio marido.

Irmã Enedina Sacheti
A diretora geral do Hospital Nossa Senhora da Conceição, Irmã Enedina Sacheti, irá completar, dia 18 de abril de 2007, 18 anos de dedicação e luta frente à direção do hospital. Formada em Enfermagem e em Administração Hospitalar pela Universidade Católica do Paraná, Irmã Enedina veio para Tubarão em 1987 para ser diretora da Escola de Enfermagem do hospital e, em 1989, assumiu a direção geral.

Irmã Rita Fambömel
Irmã Rita Fambömel é natural de São Ludgero e há quatro anos está na direção de uma das maiores instituições de ensino de Tubarão: o Colégio São José. Antes de trabalhar em Tubarão, já foi diretora de outro colégio, em Joinville. "Sinto-me realizada trabalhando perto de casa, além de eu amar o que faço. A educação é uma luta constante", explica. A diretora afirma que o desafio como educadora é transformar informação em conhecimento.

Jane Dal-Bó Falchetti
Jane Dal-Bó Falchetti tem 51 anos, casada há 29 e mãe de seis filhos. Formada em Pedagogia, hoje coordena a parte pedagógica da Instituição Joanna de Angelis. Ela é voluntária, além de estar desde a fundação, há 13 anos, como sócia e colaboradora. Segundo ela, é uma realização poder estudar na área em que atua, com uma pós-graduação em Didática da Metodologia do Ensino em andamento, e ao mesmo tempo trabalhar como voluntária.

Lilian Zanin Guedes
Lilian Zanin Guedes é casada e tem dois filhos. Artista plástica e ceramista, é técnica na área do turismo, monitora e moderadora de turismo através da Embratur. Foi diretora de cultura no governo do então prefeito Miguel Ximenes, secretária de Turismo da prefeitura de Gravatal, diretora de Turismo e secretária-adjunta no governo de Genésio Goulart e gerente de Programas da Secretaria de Desenvolvimento Regional em Tubarão na área de Cultura, Turismo e Esportes.

Lúcia Flávia Corrêa Garcia
Lúcia Flávia Corrêa Garcia tem 56 anos, é psicopedagoga, casada e tem dois filhos. Começou sua carreira como orientadora no ensino estadual e municipal em Tubarão, foi professora da Unisul e coordenadora da Força-Tarefa de Pró-Segurança de Tubarão, até chegar ao cargo de secretária municipal de Educação. Foi duas vezes vereadora e na secretaria de Assistência Social criou o projeto "Menina Moça" que acompanhava 40 jovens de áreas carentes.

Lucy Helena Vertuan
Lucy Helena Vertuan veio da cidade de Itambé, no Paraná, e dirige o Curso e Colégio Energia, em Tubarão, desde 1998. No colégio, Lucy trabalhou também como professora de Redação. É formada em Letras e diz que "somente com a experiência e a ajuda de livros sobre a educação é possível dirigir um colégio com a variedade de faixa etária que possui o Energia".

Maria Auxiliadora Dutra da Silva
Maria Auxiliadora Dutra da Silva, ou dra. Dorinha, trabalha com odontologia infantil e com portadores de necessidades especiais desde 1970. Foi a primeira mulher de Santa Catarina a trabalhar com esta área da Odontologia. Foi também a primeira mulher a se tornar uma profissional liberal, mantendo um escritório próprio, além de trabalhar para o Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Tubarão. Mãe de três filhos, tem ainda um neto de cinco anos.

Reneuza Marinho Borba
Reneuza Marinho Borba tem 57 anos, é mãe de três filhos e com um casamento de 34 anos concilia a vida pessoal com a presidência de duas instituições, a Adocon (Associação das Donas de Casa, dos Consumidores e da Cidadania) e a Amavi (Associação das Mãos que Salvam). Voltou à universidade e hoje tem formação técnica em higiene e conservação de alimentos, além de ser graduada em Direito. Apresenta na Unisul TV o programa "Cidadania".

Schirlei Mendonça
Schirlei da Rosa Mendonça é presidente há 12 anos do Abrigo dos Velhinhos, mas há mais de 20 anos atua como voluntária no local. Foi presidente da Casa da Amizade - das Senhoras dos Rotaryanos - e dos Clube de Mães do Sesc. Foi também professora e diretora do Colégio Estadual Senador Francisco Benjamin Gallotti, onde se aposentou. Casada com Celso Mendonça, é mãe de cinco filhos.

Valdézia Pereira
Valdézia Pereira é professora da Unisul em Tubarão e Araranguá e também atua como coordenadora de projetos e eventos nos dois campi. Mãe de quatro filhos, é de sua autoria e coordenação também projetos de extensão comunitária como "Inserção Social por Meio da Arte – 24 Núcleos de Produção Artística", em parceria com a Unisul e prefeitura de Tubarão em 2006, e o projeto de "Inclusão por Meio da Dança - Apae de Tubarão", parceria entre Unisul e Apae.

Vera Lúcia Campos Stüpp
A primeira-dama de Tubarão, Vera Lúcia Campos Stüpp, atua desde 2001 como secretária de Assistência Social de Tubarão. Casada com o prefeito Carlos Stüpp, tem três filhos. Formou-se em Serviço Social na Unisul em 2005. Como secretária, desenvolveu, junto de sua equipe, uma série de programas sociais no município, e destaca o PAR (Programa Adolescente Responsável). A partir deste mês, Vera assumirá também a secretaria da Saúde.

Vera Lúcia Martins
Vera Lúcia Silveira Machado Martins é casada com o prefeito de Imbituba, José Roberto Martins, e mãe de três filhos. Iniciou sua carreira profissional na Agência Marítima de Imbituba, onde trabalhou por 18 anos. Na secretaria do Desenvolvimento Social, Trabalho e Habitação, implantou programas como o Pão e Leite, Universidade da Melhor Idade, construção de casas populares, centros educacionais abertos no verão e o Luz e Vida, que auxilia gestantes.

Vera Lúcia Mendes
Vera Lúcia Mendes é casada e tem um filho. Formada em Arquitetura, trabalhou em Florianpópolis até 1993, quando voltou para Tubarão para trabalhar na empresa da família, a GAM, onde atuou na área administrativa até 2006. Acompanhou de perto todo o processo de construção do Farol Shopping - que faz parte do grupo GAM - e desde sua inauguração faz parte da diretoria e da administração do empreendimento.

Mulheres no mercado de trabalho

Ao analisar o comportamento da força de trabalho feminina no Brasil no último quarto de século, o que chama a atenção é o vigor e a persistência do seu crescimento. Com um acréscimo de 25 milhões de trabalhadoras entre 1976 e 2002, as mulheres desempenharam um papel muito mais relevante do que os homens no crescimento da população economicamente ativa.

Enquanto as taxas de atividade masculina mantiveram-se em patamares semelhantes, _ entre 73 e 76% em praticamente todo o período _, as das mulheres se ampliaram significativamente. Se, em 1976, 28 em 100 mulheres trabalhavam, adentramos o novo milênio com a metade das mulheres trabalhando ou procurando um trabalho.

Movimento semelhante não se verificou, entretanto, em relação à participação das mulheres no conjunto dos empregados, que na última década se manteve próxima a 1/3, pois, como tem sido reiteradamente comentado, os lugares privilegiados de inserção de parcela significativa do contingente das trabalhadoras no mercado de trabalho ainda são as atividades informais, não-remuneradas e o trabalho doméstico.

É na Região Sul onde se verifica a maior taxa de atividade feminina (e masculina também) e o recorde nacional de participação feminina entre os empregados, 38%. O nível de atividade do trabalhador ou trabalhadora vai se diferenciar também conforme sua raça ou cor, mas em particular deve-se notar a proporção significativamente menor de mulheres negras (pretas e pardas) entre as mulheres empregadas (apenas 37% do total), sinalizando os reflexos da dupla discriminação que elas vêm historicamente sofrendo no mercado de trabalho, como mulheres e como negras.


8 de março: uma data instituída mundialmente

O dia 8 de março foi escolhido pela Unesco o Dia Internacional da Mulher como uma homenagem às corajosas operárias de uma fábrica de tecidos em Nova Iorque. Era 8 de março de 1857 e essas mulheres reivindicavam algo bastante simples e que até hoje ainda não foi totalmente resolvido: uma jornada de 10 horas de trabalho por dia e equiparação salarial com os homens que desempenhavam igual função. Unidas, elas decidiram por um protesto seguido de uma greve. Com o intuito de amedrontá-las e de dar uma solução rápida ao impasse, os donos da fábrica, agindo em conjunto com a polícia, trancaram as portas de emergência do galpão das máquinas e atearam fogo, num desenfreado desespero de querer mostrar a sua superioridade. O saldo dessa tragédia foi a morte de 129 mulheres por asfixia.

O século 20 foi marcado como sendo o da luta pelos direitos das mulheres, e muitas se destacaram nesse sentido. Mas uma foi de extrema importância. A alemã Clara Zetkin era feminista e a partir de 1890 foi a editora da revista "A Igualdade", e por mais de 27 anos pregou a igualdade entre homens e mulheres.

Motivos da escolha da data são controversos

Jornais universitários de diversas instituições de ensino superior no Brasil e na América Latina e órgãos da imprensa alternativa têm dado cada vez mais espaço para a divulgação de estudos e artigos que questionam a conhecida história do 8 de Março. Para pesquisadores como Vito Giannotti, Naumi Vasconcelos, Dolores Farias e Eva Blay, a "verdadeira" história do 8 de Março é outra e a alegada tragédia de 1857, quando 129 operárias teriam sido queimadas vivas, não passa de uma ficção.

O dia 8 de Março foi consagrado por uma greve de operárias russas em 1917 que, sem querer, foi o que estourou a grande Revolução Russa. Logo em seguida, em 1919, o 3º Congresso Internacional de Mulheres Socialistas declarou este dia como o Dia Mundial da Luta das Mulheres.

Segundo Giannotti, esta origem do dia não agradava a muitos: social-democratas, burgueses e anticomunistas em geral. Precisava criar outra história. E foi criada. Um documento divulgado pela SOF (Sempre Viva Organização Feminista) afirma que a referência histórica principal das origens do Dia Internacional da Mulher é a 2ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em 1910, em Cope-nhague, na Dinamarca, quando Clara Zetkin propôs uma resolução de instaurar oficialmente um dia internacional das mulheres. As fontes encontradas revelam o seguinte: em 3 de maio de 1908, em Chicago, comemorou-se o primeiro "Woman’s Day" (Dia das Mulheres), com a participação de 1,5 mil mulheres que "aplaudiram as reivindicações por igualdade econômica e política das mulheres; no dia consagrado à causa das trabalhadoras". Enfim, foi dedicado à causa das operárias, denunciando a exploração e a opressão das mulheres, mas defendendo, com destaque, o voto feminino. Defendeu-se a igualdade dos sexos, a autonomia das mulheres, portanto, o voto das mulheres, dentro e fora do partido.


Gestação madura não é mais tabu para mulher moderna

A médica dermatologista Maria Virgínia de Melo Guedes tem 40 anos, e aos 38 teve seu primeiro filho. Para o olhar médico esta não é a idade mais segura para dar à luz, mas para muitas mulheres modernas esta é a melhor forma de planejar uma vida segura, que possa garantir a estabilidade financeira, fornecendo educação e todo o aparato material e emocional que necessita uma criança nos dias de hoje.

Ela trabalha e faz questão de cuidar do seu filho sem a ajuda de babá ou creche. Apenas a mãe dela a auxilia. "Não quero outra pessoa passando valores para meu filho", afirma. Para ela, há 10 anos ter um filho teria sido inviável, pois, além da faculdade de Medicina ocupar muito do seu tempo, ela sempre se preocupou em estudar. Especializou-se em dermatologia e hoje não dispensa livros e congressos sobre o assunto.

Segundo Maria Virgínia, para quem trabalha fora e também em casa, como acontece com a maioria das mulheres nos dias de hoje, a melhor opção é ter filho um pouco mais tarde. Ela conta que teve vontade de ter um filho aos 35 anos, que é a idade máxima que os médicos aconselham, mas devido a imprevistos acabou adiando os planos. Natural de São Paulo, casou-se com 30 anos e há cinco está em Tubarão. "Preocupo-me muito com a qualidade de vida, assim como meu marido, por isso decidimos nos mudar", explica a médica. A mudança fez com que o casal esperasse um pouco para colocar uma criança no mundo. "A mulher moderna tem uma sobrecarga muito grande, pois tem que trabalhar fora e cuidar de casa (porque nós é quem sabemos ir no mercado e sabemos o que a casa necessita). Para decidir ter filhos é preciso se preparar de uma forma tranqüila", conta.

A dermatologista ensina que para quem decide ter um filho com uma idade mais avançada é preciso estar preparada física e também psicologicamente. "Eu consultei uma nutricionista para que eu tivesse uma dieta balanceada sem ultrapassar o peso normal, por uma questão de saúde. Além disso, nunca fumei, o que a mulher não deve fazer de jeito nenhum durante a gestação; cuidava da pressão, fazia hidroginástica e me preocupava em ter o acompanhamento do ginecologista", conclui.

Maria Virgínia concorda que ter filho mais cedo, com 25 anos, por exemplo, pode ser mais vantajoso no que diz respeito até ao pique que se deve ter durante o seu crescimento. Porém, ela não aparenta ter a idade que tem, não apenas fisicamente, e diz se sentir muito jovem ainda, e acredita que a maternidade na maturidade também tem suas vantagens. "Estou contente com minha profissão, nunca deixei de fazer nada, pois tive bastante tempo, gosto de Tubarão e estou satisfeita com minha vida pessoal, por isso me sinto tão jovem e disposta ainda para acompanhar o meu filho no que precisar, de uma maneira muito mais tranqüila, madura e planejada", defende.

Mães maduras são tão capazes quanto as jovens 

Um estudo concluiu que mulheres que engravidam depois dos 30 anos são tão capazes de ser boas mães quanto as mais jovens. Cientistas americanos disseram que a gravidez pesquisada em mulheres maduras não trouxe mais estresse ou riscos à saúde que em mães mais jovens.

A pesquisa, que será apresentada no encontro anual da American Society for Reproductive Medicines, foi feita por cientistas da Universidade do Sul da Califórnia. Um outro especialista disse, no entanto, que o estudo não analisou os efeitos da idade avançada dos pais à medida que os filhos passam à adolescência. Os cientistas acompanharam 150 mães com idades entre 30, 40 e 50 anos, que fizeram tratamento para engravidar entre 1992 e 2004. Todas receberam óvulos doados para a universidade.

Através de questionários, os cientistas avaliaram as funções físicas e mentais e o nível de estresse das mães escolhidas. Segundo os pesquisadores, os resultados indicam que não há justificativa para restrições à idade das mães no que diz respeito a esses fatores. "De maneira geral, os pesquisadores verificaram que as mulheres com 50 anos não têm menor capacidade como mães ou mais estresse do que as mais jovens", disse a coordenadora da pesquisa, Anne Steiner.

Segundo ela, o estudo, embora pequeno, sugere que a oposição às mães mais velhas pode ser baseada em preconceito e não em evidências concretas de que elas sejam mães ruins. Steiner acrescentou, no entanto, que muitas das mulheres que participaram do estudo tinham parceiros mais jovens, o que poderia influenciar sua capacidade de tolerar a pressão.

Os cientistas disseram que os resultados do estudo contrariam a idéia de que mulheres mais velhas deveriam ser impedidas de conceber através da fertilização in vitro.

Em julho do ano passado, uma psicóloga infantil de 62 anos tornou-se a mais velha britânica a ter um bebê. Patrícia Rashbrook, da cidade de Lewis, e seu marido, John Farrant, de 60 anos, viajaram para o exterior para receber tratamento. Pelos registros, a romena Adriana Iliescu, que teve uma filha aos 66 anos de idade em janeiro de 2005, é a mulher mais velha a ter bebê no mundo.

Dicas de beleza e bem-estar

Algumas das coisas que aceleraram junto com o tecnologia e tantos avanços foram as técnicas de beleza e invenções para deixar a mulher cada vez mais jovem e de bem com sua auto-estima.

Cheiros da natureza
A natureza da mulher faz com que ela queira sempre se sentir bem com seu corpo e espírito, que a levam a procurar sensações de bem-estar. Pensando nisso, O Boticário lançou um perfume para homenagear a mulher no dia dela, o "Myriad Blanc". A criação é do perfumista francês Harry Fremont, que se inspirou na figura feminina e suas múltiplas possibilidades: beleza, energia, sensualidade e sensibilidade.

Myriad Blanc tem um aroma floral composto por flores delicadas e preciosas, como a Peony e a Freesia, e matérias como o conhecido sândalo e o musk.

Ofurô
O ofurô vem de um milenar ritual japonês, visando a sociabilidade entre amigos e parentes, com espiritualidade e misticismo, a fim de tornar o momento do banho uma purificação mental, espiritual e psíquica, além da própria higienização e tratamento da pele. No Japão, os banhos são coletivos; já no Brasil, foi adaptado para versões individuais e/ou para casais, com um ar mais intimista e um tempero mais "brasileiro". Por aqui criou-se um clima mais místico, incrementado por óleos, sais, pétalas, frutas, velas e música suave para relaxamento.

O ofurô é, basicamente, uma banheira feita de ripas de cedro polido contendo água aquecida entre 33ºC e 45ºC, com capacidade cúbica que varia de 300 a 900 litros em média.

Chocolate, vinho, ervas e sais
Em Tubarão há um espaço dedicado à auto-estima das mulheres. O salão de beleza C&A oferece algo inovador na questão relaxamento e bem-estar. Possui quatro tipos de banhos de ofurô - alguns fora do comum e bem interessantes, como o banho de chocolate e de vinho. Ainda tem o "Ofurô banho terapêutico", feito com ervas combinadas com sal marinho e óleos essenciais. "Ofurô banho relaxante", com sais e óleos essenciais relaxantes. "Ofurô banho de vinho", que só é feito no inverno, e utiliza vinho branco. Tem efeito terapêutico, indicado para abrir as vias respiratórias, ajuda a combater a sinusite, aquece o corpo e melhora a circulação sangüínea. O "Ofurô banho de chocolate", também somente no inverno, é feito com essência de chocolate. É ideal para a prevenção do envelhecimento e radicais livres. Relaxa e hidrata a pele.



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