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Conscientizar e preservar
Meio Ambiente
09/06/2007 |
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Pedreira investe em replantio e viveiro de mudas
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Cíntia Teixeira
geral@diariodosul.com.br
TUBARÃO - Virou tendência: hoje em dia
abraçar causas pertinentes à preservação do Meio Ambiente
é lei, requisito obrigatório no currículo de todo bom
cidadão. Iniciativas de caráter ecológico devem ser
tomadas em todas as esferas, da pequena escolinha da
periferia ao grande colégio do Centro da cidade; do
vendedor informal aos grandes estabelecimentos comerciais;
do quintal da casa até as poderosas corporações.
Contribuir para um futuro ecologicamente viável às novas
gerações é tarefa de todos, indiscriminadamente. E é
através de micro-ações que se pode, sim, fazer a
diferença.
Nesta semana, o mundo inteiro lembrou o
Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho). Foram
manifestações das mais significativas e em todas as
esferas. Tanto grandes empresas quanto estudantes e
donas-de-casa deram sua valiosíssima contribuição à causa,
que em épocas de aquecimento global, escassez de água
potável e devastamento de florestas inteiras ganhou status
de indispensável. Hoje, é questão de sobrevivência cuidar
com zelo e consciência do meio em que se vive. E,
felizmente, bons exemplos estão por aí para serem
contados.
Há mais de meio século a Pedreira
Falchetti vem sendo a principal responsável pelo
abastecimento da pujante indústria da construção civil de
toda a região. Todos os dias, materiais necessários para
edificações, obras rodoviárias e afins são fornecidos pela
empresa. Tamanho trabalho e empenho na extração mineral
exigiram uma contrapartida, e já há alguns anos a empresa
se dedica a reparar possíveis danos ao meio ambiente.
Hoje, circular pela pedreira tornou-se uma experiência
interessante: de um lado, máquinas extratoras, pedras,
homens e caminhões. De outro, um verdadeiro bosque, área
de terra totalmente reflorestada que proporciona o devido
equilíbrio ao meio ambiente daquela região. “Iniciamos o
reflorestamento há quase sete anos. Desde então estamos
mantendo também um viveiro de mudas. Este trabalho jamais
vai parar e toda esta área verde tende a se multiplicar ao
longo dos anos”, comemora Rodrigo Falchetti, um dos
representantes da pedreira.
Até então foram mais de dez mil árvores
(mudas nativas e eucaliptos) replantadas, o que
proporciona maior qualidade de vida aos moradores da
região, aos trabalhadores da empresa e, claro, ao sistema
ambiental da cidade.
Coleta seletiva - Para facilitar o
encaminhamento do lixo produzido nas dependências da
empresa, a Falchetti instalou lixeiras para coleta
seletiva em diversos pontos de sua estrutura. Hoje, os
funcionários selecionam entre metais, plásticos, papéis,
lixo orgânico, vidros e as tão perigosas pilhas e
baterias, materiais de uso comum nos dias de hoje e de
difícil descarte. “O resultado é que nossos funcionários
(cerca de 50 empregados diretos) acabaram assimilando
lições de ecologia e de preservação do meio ambiente e, de
maneira natural, repassam estes conhecimentos aos
familiares, aplicando-os em seu dia-a-dia”, observa
Rodrigo.
Mineradora mantém ações de cunho sustentável
JAGUARUNA - Há quase 30 anos implantada no litoral
sul-catarinense, a Cysy Mineração vem dedicando-se à
pesquisa, lavra e beneficiamento de conchas calcárias
fossilizadas extraídas em jazidas naturais _ e devidamente
licenciadas.
Uma das grandes preocupações da empresa são as questões
ambientais. Por esse motivo, a empresa adota todos os
cuidados necessários para realizar uma mineração
sustentável, não só recuperando estas áreas, mas indicando
alternativas econômica e ambientalmente viáveis para
cultivo e manutenção das mesmas. Todas as atividades são
devidamente licenciadas pelos órgãos competentes e os
trabalhos são acompanhados por uma equipe
multidisciplinar, integrada por geólogos, biólogos,
topógrafos, engenheiros agrimensores, de minas, agrônomos,
arqueólogos e engenheiros ambientais, todos habilitados.
Uma das características da exploração de conchas
calcárias é a formação de um déficit na região, em virtude
da retirada da mesma do subsolo. Normalmente este déficit
é suprido pela criação de uma lagoa. Esta lagoa pode ser
usada para vários fins, como para manutenção e abrigo à
fauna local, além da formação de vegetação hidrófila, como
tiriricas e taboas.
Já em áreas onde se desenvolve atividade de
rizicultura, em um sistema de irrigação de lavoura em
circuito fechado deixa-se de utilizar grande quantidade de
água da rede de drenagem natural, beneficiando-se da água
contida nos lagos artificiais de mineração de conchas. Do
ponto de vista ambiental, isto é considerado um avanço,
pois o sistema de irrigação em circuito fechado, além de
não fomentar o processo de assoreamento dos rios, córregos
e lagoas, permite que grande parte dos nutrientes
permaneçam na propriedade do agricultor, diminuindo
sensivelmente o empobrecimento do solo.
Para o agricultor, este sistema oferece garantias, já
que uma água de boa qualidade é importante para a produção
agrícola, obtendo-se produtos mais saudáveis e
ecologicamente produzidos.
Para a mineração, possibilita a extração já em áreas
totalmente antropizadas, evitando alterações
significativas no uso futuro do solo.
Os dados coletados nos monitoramentos ambientais
realizados pela empresa em áreas mineradas confirmam que a
qualidade das águas nos lagos formados é boa. A criação de
tilápia pode-se tornar opção econômica interessante, assim
como de outros peixes.
Ações comunitárias e prêmios ambientais
JAGUARUNA - Centro de produção de mudas de espécies
nativas da região litorânea, o horto-florestal Cysy é
inteiramente custeado pela empresa de mineração, sem fins
lucrativos. As sementes são coletadas nos bosques nativos
da região, selecionadas, preparadas e germinadas no
próprio horto-florestal, situado próximo ao canal da Barra
do Camacho.
São produzidas e doadas em torno de 100 mil mudas de
árvores por ano. A manutenção e preservação de áreas como
as do horto da Cysy contribuem para despertar a
conscientização ambiental e a necessidade da preservação
de áreas verdes em regiões urbanas, melhorando a qualidade
de vida nas cidades.
As ações sociais e ambientais realizadas pela atual
administração proporcionaram à Cysy Mineração
credibilidade com os órgãos fiscalizadores e comunidade.
Seu trabalho já é reconhecido regionalmente como exemplo
de boa conduta ambiental.
A empresa abre suas portas à visitação da comunidade,
escolas, universidades, alinhavando parcerias com ongs,
oscips, prefeituras, associação de pescadores e moradores,
empresas ou entidades públicas ou privadas, sempre na
busca da melhoria ambiental e do desenvolvimento
sustentável da região.
Prêmios - Através dos trabalhos realizados nas
questões ambientas e sociais, a empresa tem sido vencedora
de prêmios ambientais, tais como o Prêmio Expressão de
Ecologia em 2000, Prêmio Menção Honrosa Fritz Muller 2000
e o Prêmio Fritz Muller em 2001.
Trabalhando com respeito ao meio ambiente, ganha-se em
qualidade de vida e ajuda-se a construir um mundo melhor.
Educação e responsabilidade ambiental
CAPIVARI DE BAIXO - Como uma das empresas mais
“robustas” e importantes do Sul do país, a Tractebel
Energia é constantemente cobrada a exercer uma postura
ecologicamente impecável. E não deixa por menos. A
geradora de energia elétrica garante investir pesado na
redução de fontes poluentes, no controle da qualidade do
ar, em programas ambientais diversos e também na educação
ambiental, item indispensável no “currículo” de qualquer
grande empresa que pretenda conquistar respeito pela
preservação ao meio ambiente.
O coordenador da Central de Utilidades da Tractebel,
Alexandre de Souza Thiele, enumera inúmeros programas
executados pela empresa que visam reduzir ao máximo
possíveis interferências ao meio ambiente. “De 2000 a 2008
estima-se que o investimento feito na área ambiental será
de mais de R$ 74 milhões”, acrescenta Thiele.
O monitoramento da qualidade do ar na região de
influência do Complexo Jorge Lacerda iniciou em 1986,
através da instalação de estações de monitoramento da
região (em Tubarão e Capivari de Baixo). Relatórios
ambientais são encaminhados mensalmente a orgãos públicos.
A empresa também tem se dedicado à recuperação de áreas
degradadas, resultantes do beneficiamento do carvão ao
longo de décadas. Para isto, também tem investido na
redução dos estoques de carvão.
“Mantemos um projeto de educação ambiental denominado
Projeto 3Rs _ Redução, Reutilização e Reciclagem, em
parceria com a Unisul e aplicado em escolas de Tubarão e
Capivari de Baixo; mantemos um horto florestal, que conta,
atualmente, com produção mensal de cinco mil mudas, de
árvores nativas e exóticas; doamos 20 mil mudas anualmente
a interessados; e mantemos também uma horta comunitária”,
acrescenta Thiele.
Mundo Melhor - No Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de
junho, a Tractebel Energia mostrou ainda mais sua
integração com as comunidades de Capivari de Baixo e
Tubarão, através da ação “Pedágio por um Mundo Melhor”. Ao
longo de todo o dia foram distribuídas mudas de árvores,
adesivos, saquinhos de lixo para carros e folhetos
informativos sobre a campanha realizada pelo Complexo
Termelétrico Jorge Lacerda.
“Nosso desejo é estar cada vez mais ligado às
comunidades onde estão inseridos nossos empreendimentos,
contribuindo com ações de responsabilidade social e
ambiental”, afirma o diretor de Produção de Energia, José
Carlos Cauduro Minuzzo.
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Empresa é responsável por coleta seletiva de lixo
LAGUNA - Na última década,
o tema “reciclagem” vem ganhando espaço cativo na mídia. De
lá pra cá, descobriram-se os “tesouros” que podem ser
obtidos com a manipulação daquilo que, a princípio, ninguém
quer por perto: o lixo. Hoje, na região, já existe a idéia
de se envolver a comunidade para que o lixo tenha um destino
mais adequado. Em Tubarão, vários bairros contam com serviço
de coleta seletiva de lixo. A empresa responsável por
encaminhar o que antes era destinado aos lixões é a Louber.
De acordo com Edson
Alberton, engenheiro químico da Louber, que faz a recepção e
triagem do lixo de parte da Amurel, existem diversos
procedimentos básicos para contribuir para a coleta seletiva
de lixo, mas só o fato de separar o lixo orgânico (restos de
comida, essencialmente) dos outros materiais (papel,
alumínio e plástico) já faria diferença.
Na Louber (às margens da
BR-101, em Laguna), o vai-e-vem de caminhões de lixo é
constante. Em uma das áreas do local, o lixo é despejado em
um contêiner, que desemboca em uma esteira, por onde
percorre o lixo, devidamente selecionado por funcionários _
tudo o que é passível de reutilização é encaminhado. Existem
os responsáveis por latas, os que só manuseiam embalagens
tetrapak e os encarregados de separar papéis, por exemplo. O
lixo orgânico é encaminhado ao aterro sanitário.
“O ideal, de acordo com
ambientalistas, engenheiros ambientais e grupos de
reciclagem, é manter quatro lixeiras em casa: uma para o
orgânico, outra para o plástico, uma terceira para o papel e
outra para latas. Existem também maneiras adequadas de
manusear o que é jogado fora. Papel, por exemplo, não
precisa ser amassado. Muito pelo contrário: este material,
liso, facilita na hora da reciclagem”, diz Itamar da Silva
Mattos, da Louber.
Devidamente selecionados,
os materiais são encaminhados a empresas distintas. Papéis,
por exemplo, são vendidos para uma empresa em Criciúma.
Garrafas pet vão para o Rio Grande do Sul _ que fabrica até
fibras têxteis com este produto.
Para se ter uma idéia do
volume de lixo “não-aproveitado”, vamos aos números. O
engenheiro Edson conta que, todos os meses, são coletadas
6,6 mil toneladas de lixo na região. Destas, 2,6 mil apenas
são levadas para a triagem. No fim do mês, apenas 170
toneladas de lixo pode ser realmente reaproveitada, ou seja,
7% do volume inicial. “Este número poderia ser bem maior.
Poderíamos aproveitar até 20% do valor total do lixo
coletado mensalmente”, garante Edson.
Fatma conta com o apoio da comunidade
TUBARÃO - Para realizar um
trabalho efetivamente funcional, é preciso a colaboração de
todos. A Fundação do Meio Ambiente _ Fatma, sediada em
Tubarão, conta com a participação da comunidade para obter
ainda mais sucesso em suas ações de proteção ao Meio
Ambiente. O gerente regional da Fatma em Tubarão, Cidinei
Galvani, observa que denúncias de crimes ambientais têm
aumentado muito nos últimos anos. “Tudo em virtude do
aumento da consciência ecológica da população. Devemos
lembrar que qualquer denúncia de degradação da fauna, da
flora ou das águas pode e deve ser comunicada aos órgãos
ambientais”, solicita.
Denúncias podem ser feitas
por telefone, através do número 3622-5910, através de carta
ou pessoalmente na regional, rua Bernardo Freuser, 227,
Centro de Tubarão, ou ainda através do e-mail tubarão@fatma.
sc.gov.br.
Saneamento - A ação movida
pelo Ministério Público Federal _ MPF, que exige ações em
prol da instalação de saneamento básico nos municípios da
região, tem repercutido de forma positiva, de acordo com
Cidinei Galvani. “As comunidades têm elogiado a ação do
procurador da República Celso Três. Nossos municípios estão
buscando soluções para o problema. Temos de nos empenhar e
auxiliar nossos representantes a acharem solução para este
gravíssimo problema. Resolvendo o problema do saneamento
básico, estaremos dando um passo significativo na
despoluição de nossos recursos hídricos”, observa o gerente
da Fatma em Tubarão.
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Alcoa amplia área de preservação no Estado
TUBARÃO - Mais
investimentos no meio ambiente da região: a multinacional
Alcoa Alumínio S.A., líder mundial na produção e
transformação do alumínio, acaba de adquirir uma área de
preservação em Tubarão, vizinha à unidade da empresa no
município. O local, que era de propriedade particular,
possui 12 hectares, sendo 85% de mata nativa, com 176
diferentes espécies botânicas. A companhia atua no Estado
catarinense fabricando produtos em alumínio, destinados aos
mercados da construção civil e indústrias moveleira e
automobilística.
A empresa, que tem como
pilar de suas atividades a sustentabilidade, pretende
utilizar a área comprada para implementação de programas
ligados às boas práticas de gestão ambiental, além de
desenvolver projetos educacionais no local.
“Essa aquisição vem dar
continuidade às políticas de sustentabilidade da Alcoa, que
têm como principais objetivos o respeito ao meio ambiente e
às parcerias com as comunidades onde a empresa atua. É
também uma forma de mostrar os valores disseminados pela
companhia, que incentivam ações para promover a saúde, o
bem-estar das pessoas e do ambiente”, afirma Alfredo
Piotrovski, gerente da unidade da empresa em Tubarão.
“Estamos há quase 20 anos na região, atuando por meio de
política consistente e séria”.
Parques - A companhia
possui um parque ambiental em Poços de Caldas, em Minas
Gerais, e outro em São Luís, no Maranhão. Esses parques
promovem atividades como palestras, oficinas de educação
ambiental para crianças, desenvolvimento de projetos com
universidades e passeios em trilhas, além da preservação de
espécies nativas. O Parque Ambiental Alumar, localizado em
uma área de 1,8 mil hectares ao redor da fábrica, já recebeu
mais de 100 mil visitantes em 10 anos.
No caso de Poços de Caldas,
entre 1993 a 2005, foram mais de 73 mil visitantes. Só no
ano de 2005, quase sete mil alunos e professores estiveram
no local. Neste período foram realizados projetos
educativos, palestras e treinamentos sobre o meio ambiente.
Está localizado em uma área de 331,5 hectares, com três
pavilhões de 100 metros quadrados cada um, feitos em vidro e
eucalipto tratado.
Unimed propõe soluções ambientais
TUBARÃO - Em 2005 um
projeto nacional de fundo ecológico proposto pela Unimed
mobilizou funcionários da empresa sediada em Tubarão.
Reciclagem de lixo já era uma atividade desempenhada, ainda
que timidamente, no local. Com o projeto, o que era eventual
tornou-se regra e ultrapassou fronteiras. Hoje quem trabalha
na Unimed garante ter adquirido o saudável hábito de
reaproveitar o lixo e reservar destino mais digno para
materiais que, antes de virar entulho, podem se transformar
em algo útil.
Em época de discussões
sobre aquecimento global, aumentam as necessidades de ações
de prevenções no meio ambiente e a Unimed Tubarão, dentro de
um trabalho de responsabilidade social, vem fazendo sua
parte com medidas que contribuem para a preservação
ambiental.
Pequenas ações podem ser
consideradas indispensáveis para a efetiva preservação
ambiental. É isso que a Unimed vem fazendo. “Hoje, todo o
papel consumido pelos funcionários da Unimed Tubarão é
separado e vendido. Este trabalho tem dado excelentes
resultados”, observa Maria Cláudia Gonçalves da Silva, do
setor de Responsabilidade Social da Unimed.
Só no ano passado, foram
arrecadados 972 quilos de papel. Neste ano, até maio, já
foram contabilizados 586 quilos de papel que, ao invés de
ocuparem os lixões, estão tendo um destino bem mais nobre,
através da reciclagem.
Outra medida de cunho
ecológico foi a substituição dos copinhos descartáveis por
canecos de porcelana. “Hoje cada colaborador da Unimed tem
sua própria caneca para uso pessoal. As canecas foram
adquiridas com a venda dos papéis e, em quatro meses, o
custo com este material já foi compensado com a redução dos
gastos com copos descartáveis”, acrescenta Raquel Severino
Perez, da Responsabilidade Social.
Há algumas semanas o
programa de reciclagem de lixo na Unimed ganhou novo aliado.
Em frente à sede da cooperativa foram instaladas lixeiras
para coleta seletiva de lixo.
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