“Pequeno” acidente na Avenida Marcolino por volta
das 18h revela o problema existente em Tubarão:
apenas uma via tem escoado o fluxo de veículos na
margem direita, e qualquer imprevisto causa
engarrafamentos e transtornos para a população. No
sentido norte, a rua Conselheiro Mafra não tem
condições de receber um fluxo maior, e a
“beira-rio”, que poderia ser mais utilizada, tem um
número excessivo de lombadas (inclusive fora dos
padrões da legislação), e os motoristas não querem
correr o risco de danificar (ainda mais) os seus
veículos. Por falar nisso, ainda não foi questionado
o motivo de as obras terem “estacionado” há dois
anos. Por que iniciaram várias obras
simultaneamente, e nenhuma delas foi concluída? A
culpa é apenas dos políticos, ou nossa também, por
não questionarmos, e aceitarmos passivamente esses
desmandos de nossos “representantes”?
Atenciosamente, (leitor assíduo) Paulo Gomes.
Espaço ao
leitor
Nós,
profissionais de imprensa, temos a obrigação, com
lisura e absoluta posição imparcial e democrática,
de bem informar a população de toda região
sul-catarinense. Este veículo de comunicação de
massa do qual faço parte como colunista sabe
perfeitamente do sentimento e da importância de seus
milhares de leitores. Os e-mails que recebo, todos
são divulgados. Acompanhe com atenção este
depoimento: “Caro amigo Antônio Bento, falando em
voto para os candidatos da Amurel e chamando os
outros de pára-quedistas, então posso afirmar-lhes,
e sem medo de errar, que os nossos candidatos também
podem receber o mesmo título porque levaram muitos
votos em outros municípios que não pertencem à
Amurel. Diga-se de passagem, vivemos numa
democracia, a qual precisa ser respeitada. Antônio,
se puder publicar eu aceito. É que meu nome apareceu
na coluna do sr. Álvaro Lopes, ‘”Pára-quedista”. Um
grande abraço, seu amigo, Jair Wensing”.
Comunidade em
alerta
Muito bom:
Se for real, de acordo com informações do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar
de pequena alta de 0,05%, a inflação de 0,21% no mês
de setembro ainda está dentro da expectativa do
governo. Menor preço quer dizer maior poder de
compra para a população de baixa-renda. Pelo menos
um fator positivo na atual circunstância
político-administrativa do país.
Muito ruim: O atendimento na área da saúde
pública no Brasil. Com raríssimas exceções, a grande
maioria dos hospitais, clínicas e ambulatórios que
possuem convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS)
não satisfaz a demanda da população.