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ESTELA MAURA




 
 

Segunda-feira, 14/08/2017, às 06:00

O que você quer ser quando crescer?

Esta é uma pergunta que nem sempre tem uma resposta imediata ou segura. É delicado fazer escolhas, especialmente quando se trata de uma carreira e de uma vocação. Existe uma fase da vida em que acontecem, mais intensamente, determinados questionamentos em relação a este assunto, algo que pode gerar certo estresse e que, somado a constantes cobranças do meio, pode atrapalhar mais ainda qualquer tipo de decisão.
Existe, dentro de cada ser humano, o desejo da autorrealização, associado a um suposto destaque profissional no futuro, mas inúmeros são os fatores que interferem na opção de alguns. Em especial, o jovem sofre com a dúvida sobre qual trajeto seguir em sua vida, o que não exclui o fato de alguém mais amadurecido também ficar indeciso quanto ao seu percurso, então, para isso, existem técnicas e estratégias para facilitar este encontro individual. Sempre é válido buscar profissionais especializados que se dedicam a esta área para uma escolha mais consciente. Entretanto, também vale a pena um olhar voltado para si. Muitas vezes, a resposta está em nós mesmos, mas, pelo fato de não haver espaço para uma escuta interna, a solução fica escondida.
Seguir uma carreira por influência familiar, por ser mais rentável ou por dar maior status, ou então porque está na moda ou dará repercussão midiática, não é um bom critério. É preciso ir em busca de razões que compensem em diversos níveis, gerem realização própria, felicidade, bem estar e, principalmente, ofereçam um real sentido à vida. Fazer por fazer, por competição ou obrigação, não é o que se pode chamar de verdadeira tendência para uma área específica. Uma dica simples, dentro da dificuldade de discernir, é começar a eliminar aquilo que não se quer para a própria vida e observar o que gera entusiasmo.
Além disso, é importante lidar com o presente e entender que o interesse por algo pode ser gradual. Portanto, é fundamental participar de experiências novas para uma maior autopercepção diante de certos treinamentos. Dentro do cotidiano, o próprio comportamento com familiares e colegas revela muitas aptidões que facilitam a execução de certas práticas, demonstrando habilidades para algumas carreiras. Desse modo, aconselhar-se com quem tem mais experiência também pode abrir portas e trazer mais clareza de raciocínio para quem busca respostas. Por isso, ser sincero e autêntico consigo e com os outros é um excelente recurso para o autoconhecimento. Por fim, buscar informações a respeito do assunto e ter contato com quem já atua na área de interesse normalmente traz situações concretas que podem estimular uma escolha mais equilibrada.




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