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Política

RAFAEL MATOS




 
 

Segunda-feira, 14/08/2017, às 06:00

Conceitos que fazem toda a diferença

O fisiologismo político pode ser explicado resumidamente como um tipo de relação em que ações políticas e decisões são tomadas em troca de favores. Numa linguagem ainda mais popular, é o chamado toma lá, dá cá. É um fenômeno ligado diretamente à corrupção com o favorecimento a interesses privados, em detrimento do bem comum. Os partidos políticos fisiologistas, por exemplo, apoiam qualquer governo, desde que tenham suas concessões atendidas.
Esta é uma prática que faz com que a grande maioria da população considere a política uma sujeira. Apesar de que, conceitualmente, a política seja a ciência da governança de um Estado ou Nação e também a arte da negociação. Mas política nada tem a ver com politicagem, que lembra o fisiologismo do início deste texto.
É certo que muita gente sabe a diferença sobre o que estou escrevendo hoje, mas nunca é demais retomar o assunto. Lembre destes conceitos e dos movimentos praticados pelos políticos que pedem o seu voto. Avalie. Quem pratica política? Quem pratica a politicagem? Quem atua no interesse público e quem está preocupado em salvar a própria pele?

Puxadinho político
Mais uma vez a Reforma Política que vem se desenhando segue a linha de que ‘a emenda ficou pior que o soneto’. O Brasil está entre as dez maiores economias do mundo e agora também vai entrar para o rol dos dez piores sistemas políticos do mundo. Os senhores congressistas estão propondo mudanças que vão dificultar ainda mais a renovação dos eleitos. Enquanto for possível legislar em causa própria, é certo que eles o farão, não é mesmo?

Retorno ao DEM
Boa parte dos membros do PSD com cargos eletivos de hoje foram, um dia, filiados ao DEM. E o retorno a esta sigla pode ser realizado em breve, dependendo, é claro, de como ficar a reforma e o calendário eleitoral para a janela de troca de partidos. O movimento pode ser explicado pela preferência deste grupo em apoiar o PMDB nas eleições de 2018. O deputado federal João Paulo Kleinubing deve puxar a fila que ainda inclui na lista o também federal João Rodrigues e o estadual José Nei Ascari.

Possibilidades
Se esta movimentação se concretizar e o ex-deputado Júlio Garcia, hoje no TCE, ser candidato a vice-governador na chapa com o PMDB, mudaria o nome do candidato a deputado estadual na Amurel. José Nei Ascari seria indicado para o TCE e o atual presidente do PSD de Tubarão, Luciano Menezes, seria candidato a deputado estadual pelo DEM.




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